Acaba de sair mais uma fornada de marca-páginas com produções da comunidade de leitores do blog da Letras! Dessa vez fomos agraciados com poemas de Ana Melo, Aurea Beatriz Martins, Christian David, Claudia Schroeder, Ricardo Silvestrin e Simone Saueressig.
Esses marca-páginas são uma forma de incentivar a produção e leitura entre autores e leitores de nossa região.
Quer ter seu texto incluído na nossa próxima edição? Então envie um poema ou miniconto para blog@letrasecia.com.br. Faremos uma seleção levando em consideração a qualidade do texto e o formato deste – no sentido de ficar adequado à diagramação em marca-páginas. Cada participante receberá 40 unidades do marca-páginas com seu poema. A próxima impressão se dará em aproximadamente dois meses.
Se você enviou textos e não foi incluido nessa impressão, não desanime: estamos recebendo novos textos para seleção, mande o seu!
*O Blog da Letras agradece a todos os participantes e outros envolvidos que ajudam a divulgar a literatura produzida em nossa região. É para essas pessoas que trabalhamos e nos dedicamos.






Adorei participar. Obrigada!!!
Oba! Ficou lindo! Quero um de cada!
Vai aí meu poema:
UM LEMBRETE
Não me subestime,
não espere muito de mim,
só quero que me estime,
seja do princípio ao fim.
Bacana essa ideia. Vou mandar uns!
Boa tarde Gustavo.
Rodrigo da Livraria Nobel e da
Confraria Reimações.
Segue abaixo um poema meu.
Abraço.
Ouvinte
Na calada da noite
Ouço vozes
Que gritam sussurros.
Na calada da noite
Ouço gritos
De vozes sussurrantes.
Na calada da noite
Ouço sussurros
De vozes gritantes.
Paricipar é importante, divulgar também. Meus versos a seguir, espero que gostem:
CÁLICE
Traga-a de volta, meu cálice!
Não me torturem mais as recordações
Dos doces instantes dos seus encantos
Já não suporto as tuas emanações
E dela, a ausência, nos doces cantos.
Traga-a de volta. meu cálice!
Quero sorvê-la novamente
Aos poucos, lentamente,
Ouvir os seus gemidos
Ternos e ungidos
O seu olhar ardente
Falando-me loucamente
E seu corpo desfazendo-se
No meu intensamente.
E, talvez, o último gole sorvendo
Te despedace no chão, meu cálice
Junto da paixão que me faz morrendo
Suplicar a ti, que já não está mais vivendo:
Traga-a de volta meu cálice!
Adorei a ideia, muito bacana..e abre espaço para novos autores divulgarem seus textos…
mandei meu texto, espero que gostem.
abraços poéticos
Asas da saudade
Sopra no azul a saudade
Que espalha e assola
Pelo mundo afora
Poeiras de dores
E amores que arde em meu peito
E fundo me invade
Como a ventania
Que arrasta e que varre
Que rompe os caminhos
Que rapta a paz
Destrói a alegria
Nostalgia traz
Junto à tempestade
Voar com a saudade
Cai-se na ansiedade
É tragar o sal
É saudar a tristeza
Sofrendo a crueza
Da infelicidade
Enviei, para o e-mail. Parabéns pela criatividade.
Este foi o meu poema enviado:
TEMPO
O meu tempo
Não é o de quem pode comprar.
O tempo que tenho,
Fui juntando aos pouquinhos
Quando ganhava guardava.
Já vinha meio desatualizado.
Ou então quando o encontrava abandonado.
Aliás,
Como existe tempo perdido.
De forma que
Posso dizer:
Meu tempo é assim…
Meio reciclado.